Buscar no site




















Epilepsia

O que voce gostaria de saber

descriçao

Transtorno no qual descargas elétricas anormais no cérebro provocam reiteradas crises convulsivas.

causas

Essa atividade elétrica anormal pode ser produzida por lesões cerebrais; em outros casos, quando não pode ser identificada uma causa específica, é denominada idiopática (transtorno convulsivo idiopático) e geralmente não é associada a outras anormalidades neurológicas. As crises convulsivas podem ser produzidas por mudanças hormonais (gravidez ou menstruação), alterações metabólicas, doenças ou estímulos sensoriais, como luz e som. Em outros casos, não são identificados estímulos ativadores. Existindo as condições adequadas, qualquer pessoa poderia ter convulsões. A magnitude do estímulo requerido para produzir uma convulsão denomina-se limiar: considera-se que as pessoas que sofrem epilepsia apresentam um limiar de valor muito baixo.

sintomas

O tipo de crise depende da localização e causa do problema, bem como da resposta de cada pessoa. A epilepsia é caracterizada por uma crise convulsiva de qualquer tipo que ocorra de maneira crônica e recorrente e cuja causa seja desconhecida. Outros sintomas não específicos podem estar associados a dor de cabeça, alterações do humor, tontura, desmaios, confusão e perda da memória. Uma sensação da proximidade do ataque, denominada aura, ocorre em algumas pessoas momentos antes da crise generalizada.

diagnosticos

Por exame médico. A narração do momento da crise feito por uma terceira pessoa pode ser de grande ajuda. Realiza-se um eletroencefalograma (registro da atividade elétrica do cérebro); análise de sangue (determinando os níveis de glicose, cálcio e sódio, estudando a função renal e hepática e fazendo uma contagem de leucócitos para conhecer a existência de infecções); um eletrocardiograma (para ver se o episódio teve origem em uma arritmia cardíaca que produziu uma irrigação deficiente do cérebro), uma tomografia computadorizada (para descartar tumores cerebrais) e uma ressonância magnética (que permite visualizar áreas com lesões ou cicatrizes no cérebro).

tratamentos

O tratamento emergencial durante uma crise convulsiva deve evitar que a pessoa sofra ferimentos.

  • Não colocar objetos entre os dentes para abaixar a língua, pois geralmente causam mais danos do que aqueles que desejamos evitar.
  • Não tentar segurar a pessoa durante o ataque. É melhor limpar a área para que não bata contra os móveis ou os objetos em volta.
  • Quando a pessoa vomita, evitar que aspire o vômito pondo-a de lado.
  • No caso que não possa respirar e fique cianótica (coloração azulada), também está indicado colocar a pessoa de lado para impedir que a língua obstrua a entrada de ar.
  • Não pode ser feita respiração boca a boca durante a crise.

Depois da crise, debe-se tratar a causa de origem. O médico pode administrar drogas anticonvulsivantes para evitar novas convulsões.